APOSTILA DE ANGEOLOGIA E DEMONOLOGIA PDF

At 23, 8. Mais tarde, por certas seitas protestantes, como os anabatistas. At 17, Os Serafins estavam por cima do trono Falaremos deles mais adiante. Chama-se futuro livre ou contingente aquele que depende, seja da vontade divina, seja da humana.

Author:Metaxe Kern
Country:Congo
Language:English (Spanish)
Genre:Environment
Published (Last):26 November 2004
Pages:39
PDF File Size:6.72 Mb
ePub File Size:16.93 Mb
ISBN:885-9-25376-308-1
Downloads:45744
Price:Free* [*Free Regsitration Required]
Uploader:Tagar



Eles existem, so seres reais, dotados de uma natureza puramente espiritual, muito mais perfeita do que a nossa, de uma inteligncia agudssima e uma vontade possante. Eles intervm continuamente em nossa vida; os santos anjos, por meio das boas inspiraes que nos sugerem; os demnios, pelas tentaes a que nos submetem. Quais so os poderes reais dos anjos e dos demnios? Como devemos nos portar diante da ao anglica e como reagir em face da atividade diablica?

Mais especificamente, como resistir s tentaes do demnio, sua ao extraordinria, s infestaes e possesso? O que pensar da feitiaria, dos sabs e das missas negras? Existem ainda hoje bruxos e feiticeiras? O espiritismo e a macumba tm alguma influncia diablica? Existe alguma relao entre Rock n Roll e satanismo? Para responder a estas perguntas, os autores de Anjos e demnios A luta contra o poder das trevas consultaram um sem-nmero de obras especializadas, recolhendo o ensinamento de uma centena de telogos, moralistas e canonistas catlicos; percorreram ainda as pginas de numerosos jornais e revistas, tanto nacionais como estrangeiros.

Eles apresentam aqui, numa linguagem acessvel, o resultado de sua pesquisa, colocando nas mos do leitor noespecializado um trabalho denso de contedo bblico e teolgico e ao mesmo tempo de leitura amena e atraente. Sede sbrios e vigiai, porque o demnio, vosso adversrio, anda como um leo que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na f. Captulo 4 Exorcismo: legislao Captulo 5 Somos todos exorcistas V. Gen 28, 12 CONSIDERANDO S VEZES a beleza de um panorama martimo, a elegncia das ondas que vm suavemente espraiar-se na areia lmpida em um turbilho de espuma; gaivotas e outros pssaros marinhos que planam docemente, sem esforo aparente, ao sabor das brisas; o brilho da luminosidade que reverbera nas guas e parece confundir-se com elas na linha do horizonte; diante de tudo isso sentimos a tranqila majestade de Deus, sua imensa sabedoria, amor infinito por ns homens, dandonos, sem nenhum mrito nosso, tais maravilhas.

Mas, se para alm dos sentidos naturais, considerssemos o mesmo panorama tambm com os olhos da F, perceberamos que a maravilha ainda maior, e a sabedoria e a bondade divinas ainda mais perfeitas; sua solicitude em relao a ns, homens, ainda mais excelente e carinhosa.

Os Santos Anjos Coroando a criao, acima dos seres inanimados, do mundo vegetal e animal, do homem que o Rei dessa obra, Deus colocou os espritos anglicos, dotados de inteligncia incomparavelmente mais perfeita que a nossa , porm no sujeitos s limitaes do corpo, como ns.

Explica So Toms que Deus criou todas as coisas para tornarem manifesta a sua bondade e, de algum modo, participarem dessa bondade. Ora essa participao e manifestao no seriam perfeitssimas seno no caso em que houvesse, alm das criaturas, meramente materiais, outras compostas de matria e esprito os homens e, por fim, outras puramente espirituais, que pudessem as similar de modo mais pleno as perfeies divinas.

A verdade maravilhosa da existncia dos anjos - seres intermedirios entre Deus e os homens ilustrada poticamente na Escrituras pelo sonho de Jac, Patriarca do Povo eleito: Jac teve um sonho: Uma escada se erguia da terra e chegava at o cu e anjos de Deus subiam e desciam por ela Gen 28, Do pice da escala da criao, os puros espritos descem at a criaturas inferiores, governando o mundo material, amparando protegendo o homem; e sobem at Deus para oferecer-Lhe a glria da criao, bem como a orao e as boas obras dos justos.

Essa realidade anglica foi pressentida pelos povos antigos, em meio s brumas do paganismo e das supersties, sob a forma de gnios benfazejos das fontes, dos bosques, dos mares, os quais garantiriam a harmonia do Universo, e eram propcios aos homens. Mas foi a revelao divina que apresentou aos homens a verdadeira figura dos espritos anglicos, desembaraada de toda forma de superstio.

As Sagradas Escrituras e a Tradio forneceram os elementos fundamentais, que os grandes telogos Doutores da Igreja em especial So Toms de Aquino sistematizaram, dando-nos uma doutrina slida e coerente sobre o mundo anglico. Estamos certos de que o conhecimento desta doutrina ser proveitoso para todos os fiis. Conhecendo melhor os anjos, teremos mais intimidade com eles e seremos assim levados a recorrer mais amide sua proteo e ao seu amparo, nesta nossa jornada terrestre rumo ao Paraso.

Sobretudo na luta tremenda que devemos travar contra o Adversrio, o Caluniador, que anda ao redor de ns, no um leo feroz, querendo nos devorar 1 Ped 5, : Satans! Satans e os anjos rebeldes Da maravilhosa realidade dos santos anjos, descemos assim para tenebrosa realidade dos espritos infernais, os demnios. Mais ainda do que em relao aos anjos, os povos pagos da Antiguidade como tambm os primitivos de hoje tiveram a percepo dos demnios.

A tal ponto, que mentalidades racionalistas do sculo passado e deste quiseram ver na concepo bblica de anjos e demnios uma mera influncia babilnica e grega. Essa apreciao completamente falsa pois a concepo bblica e crist sobre os anjos est inteiramente imune dos absurdos supersticiosos dos pagos.

Em relao aos demnios, os povos antigos babilnios, caldeus ou gregos manifestaram uma grande confuso, por no terem conseguido resolver o problema da origem do mal. Em suas concepes, o bem e o mal se mesclam e se confundem de tal maneira que tanto os deuses como os gnios perversos mostram-se ambguos, representando e praticando, uns e outros, tanto o bem como o mal. Entre os gregos, o vocbulo daimon designava os deuses e outros seres com foras divinas, sobretudo os malficos, dos quais os homens deveriam guardar-se por meio da magia, da feitiaria e do esconjuro.

A concepo revelada pela Sagrada Escritura e pela Tradio bem outra: os demnios no so divindades, mas simples criaturas, dotadas de uma perfeio natural muitssimo acima da do homem, porm infinitamente abaixo da perfeio de Deus, seu criador, acima da do homem, porm infinitamente abaixo da perfeio de Deus, seu criador.

Se eles so perversos, no por terem uma natureza essencialmente m, e sim por prevaricao; feitos bons por Deus, os anjos maus ou demnios se revoltaram e no quiseram submeter-se Criador, servi-Lo e ador-Lo como sua condio de criatura o exigia. Uma vez revoltados, os anjos rebeldes fixaram-se no mal, e passaram a tentar o homem, procurando arrast-lo perdio eterna.

Essa atividade demonaca a tentao os telogos qualificam de ordinria, por ser a mais freqente e tambm a menos espetacular de suas atuaes sobre o homem. Alm dessa atividade, ele pode com a permisso de Deus perturbar o homem de um modo mais intenso mais sensvel, provocando-lhe vises, fazendo-o ouvir rudos e sentir dores; ou, ento, atuando sobre as criaturas inferiores as planta animais, os elementos atmosfricos para desse modo atingir o homem.

Em certos casos extremos, podem os demnios chegar a possuir o corpo do homem para atorment-lo. Temos aqui a possesso, a mais rara manifestao extraordinria do Maligno.

Deus no nos deixou merc dos espritos depravados. Alm da proteo especial de nosso Anjo da Guarda e demais espritos celestes, entregou Igreja os meios preventivos e liberativos para enfrentar a ao do demnio: oraes, sacramentos, sacramentais bnos, medalhas, escapulrios.

O mais efetivo desses meios sobrenaturais, para os casos de infestao e possesso so os exorcismos, pelos quais se do ordens ao demnio, em virtude do nome Jesus, para abandonar o corpo da pessoa ou o lugar que ele infesta ou possui.

Devido sua importncia, nos deteremos um pouco mais no estudo dos exorcismos, considerando os seus fundamentos teolgicos, o modo de pratic-los, bem como a legislao da Igreja a respeito.

Da atuao espontnea do demnio, passamos quela que ele desenvolve a convite do homem, seja pela invocao direta e explicita, seja pela indireta e implcita. Com relao magia, feitiaria e outras formas de superstio, deixamos de lado os aspectos histricos polmicos que alongariam por demais o presente estudo e fugiriam ao objetivo dele , limitando-nos a considerar sua possibilidade teolgica, afirmada, alis pelo Magistrio da Igreja e pela unanimidade dos telogos e moralistas.

Dedicamos algumas pginas revivescncia do satanismo nos dias de hoje, salientando o papel do Rock nRoll, sobretudo do Heavy Metal Rock Pesado na sua difuso. A ttulo de ilustrao da doutrina aqui desenvolvida, apresentamos alguns casos de infestao possesso diablica, uns decorrentes de interveno espontnea do esprito das trevas, outros conseqncia de malefcios ou no de pacto explcito com o demnio; acrescentamos por fim o relato de uma srie de sacrifcios humanos aqui no Brasil em honra de entidades de macumba e candombl as quais entidades no so coisa seno demnios , que revelam, de modo alarmante, o quanto nosso pas est envolvido por essa onda de satanismo moderno, conseqncia de sua apostasia da F catlica.

Esperamos que este estudo contribua para reavivar a devoo santos anjos, nossos fiis amigos, conselheiros e protetores; e ao mesmo tempo, sirva de alerta aos catlicos para o perigo das das espritas ou de macumba, e outras formas de superstio como o uso de amuletos, adivinhaes, etc.

Gen 3, 15 proteger e abenoar este modesto esforo. Invocamos tambm o patrocnio do glorioso Patriarca So Jos e a proteo do invencvel Arcanjo So Miguel que derrotou Sat no praelium magnum in caelo Apoc 12, 7-l0 e dos santos anjos que atenderam ao seu brado de guerra: Quis ut Deus? Quem como Deus?

Meras reminiscncias e imagens da infncia, na maioria dos casos, no muito diferentes de entidades fictcias e de algum modo mitolgicas, como as fadas e os duendes. A iconografia corrente, infelizmente, no ajuda a dar a conhecer a verdadeira fisionomia dos anjos, apresentando-nos seres alados, com vestes e aspecto feminino; ou, ento, anjinhos bochechudos, com cara infantil e tola, brincando despreocupadamente sobre nuvens que mais parecem flocos de algodo doce Esses anjos no existem, nem deles que tratamos aqui.

A partir dos dados da Sagrada Escritura e da Tradio, dos escritos dos Santos Padres, do ensinamento do Magistrio eclesistico, da lio dos Doutores e telogos, queremos apresentar a verdadeira natureza dos santos anjos: seres puramente espirituais, dotados de uma inteligncia agudssima e de uma possante vontade livre dominando abaixo de Deus sobre todas as demais criaturas, racionais e irracionais, bem como as foras da natureza, os elementos da atmosfera e subjugando para sempre os espritos infernais.

Eis os santos anjos, prncipes dos exrcitos do Senhor, mas tambm nossos amigos e protetores. O admirvel mundo anglico "E ouvi a voz de muitos anjos em volta do trono A existncia dos anjos foi negada na Antiguidade, entre judeus, pela seita dos saduceus cf. At 23, 8. Mais tarde, por certas seitas protestantes, como os anabatistas. Em nossos dias ela tem por adversrios os ateus, materialistas e positivistas, que no crem seno naquilo que seus olhos vem e seus sentidos apalpam.

Os racionalistas, para encontrar uma excusa aparentemente racional sua incredulidade, alegam que os anjos foram inventados pelos judeus no tempo do cativeiro da Babilnia, por imitao das entidades ali cultuadas; ou, ento, consideram os anjos como simples modo potico e simblico de referir-se s virtudes divinas e aos vcios humanos Contra todos esses, falam os dados da razo, a crena comum dos povos e a revelao divina. Os anjos existem Pela simples razo, independentemente da revelao, o homem pode chegar de algum modo ao conhecimento da existncia dos anjos.

Com efeito, a existncia de seres puramente espirituais no repugna razo. E um exame da criao, mera luz do intelecto pode levar-nos concluso de que a existncia de criaturas puramente espirituais convm harmonia do Universo, pois assim estariam representados os trs gneros possveis de seres: os puramente espirituais, acima do homem; outros, puramente materiais, abaixo do homem; por fim, seres compostos, dotados de matria e esprito os homens.

E a crena comum dos povos, constante em todos os lugares e em todas as pocas, sempre afirmou a existncia desses seres de natureza superior aos homens e inferior divindade. Uma coisa, porm, a mera possibilidade da existncia de seres puramente espirituais, e outra a sua realidade objetiva. Em sentido estrito teolgico, chama-se Tradio o conjunto de verdades reveladas que os apstolos receberam de Cristo ou do Esprito santo, e transmitiram, independentemente Sagradas Escrituras, Igreja, que as conserva e transmite sem alterao.

Essa revelao foi feita a nossos primeiros pais, e se conservou na Humanidade, por via de transmisso oral pelos Patriarcas. Com o tempo e tambm por obra do demnio, sem dvida , essa revelao primitiva foi-se corrompendo, restando dela meros vestgios no paganismo antigo e no atual. Nas brumas desse paganismo encontramos seres incorpreos, ora malfazejos ora benignos, quase sempre cultuados como divindades ou quase-divindades. Para preservar o povo judeu da contaminao por essa deformao politesta pag, os Autores sagrados, durante largo perodo, evitaram mencionar nominalmente o esprito das trevas.

E, pela mesma razo, no se encontram muitos pormenores no Antigo Testamento sobre a natureza dos anjos e dos demnios, embora sejam mencionados a cada passo. A revelao definitiva s se verifica Nosso Senhor Jesus Cristo. A Sagrada Escritura refere-se inmeras vezes a seres racionais, inferiores a Deus e superiores aos homens; logo, segundo ela, esses seres, que ns denominamos anjos, existem.

A negao pertinaz de uma verdade de f constitui a heresia. Essa verdade foi definida solenemente como dogma pelo conclio IV de Latro : Deus.. De forma igual se expressa o I Conclio do Vaticano Os nove coros anglicos Existem diferenas entre os anjos, mas no consta na Revelao qual sua origem nem seu modo preciso. At 17, Uma de suas obras mais clebres De coelesti hierarquia Sobre a hierarquia celeste, na qual estabelece a ordem dos Anjos, deteminada pelo seu grau de assimilao a Deus, de unio com Deus, do dom de luz divina que recebem e transmitem aos Anjos inferiores.

Os anjos dos trs primeiros coros ou primeira hierarquia - Serafins, Querubins e Tronos contemplam e glorificam continuamente a Deus: " Vi o Senhor sentado sobre um alto e elevado trono Os Serafins estavam por cima do trono Todos eles podem entretanto ser chamados genericamente anjos, estando disposio de Deus para executar suas vontades.

Embora o Evangelho, na Anunciao a Maria, se refira ao anjo Gabriel Lc 1,26 , isto no quer dizer que ele pertena ltima das hierarquias anglicas, pois a sublimidade dessa embaixada leva a supor que se trate de um dos primeiros espritos que assistem diante de Deus. Os trs arcanjos - como so conhecidos comumente So Miguel, So Gabriel e So Rafael - pertencem, provavelmente, mais alta hierarquia anglica.

Falaremos deles mais adiante. Embora no conheamos, o nmero exato dos anjos, sabemos, pelas Escrituras e pela Tradio, que so muitssimos,.

E no livro de Daniel: Eram milhares de milhares de milhares os anjos que o serviam, e mil milhes os que assistiam diante dele Dan 7, Muitos telogos deduzem que o nmero dos anjos superior ao dos homens que existiram desde o princpio do mundo e existiro at o fim dos tempos.

A razo disso dada por So Toms ao dizer que, tendo Deus procurado principalmente a perfeio do universo ao criar os seres, quanto mais estes forem perfeitos, Deus os ter criado com maior prodigalidade. Ora, os anjos so mais perfeitos que os homens, logo foram criados em maior nmero. A natureza anglica Ento o anjo do Senhor tornou-o pelo alto da cabea e, tendo-o pelos cabelos, levou-o com a impetuosidade do seu esprito at Babilnia, sobre a cova" Dan 14, TAL O ESPLENDOR de um anjo, que as pessoas s quais eles aparecem muitas vezes se prostram por terra por temor e reverncia para ador-los, pensando que se trata do prprio Deus conforme relato das Escrituras e da vida dos santos.

E assim que So Joo conta no Apocalipse: Prostrei-me aos ps do anjo para o adorar; porm ele disse-me: V, no faas tal; porque eu sou servo de Deus como tu Adora a Deus Apoc 22,9. Seres racionais e livres Os anjos so seres intelectuais ou racionais, inferiores a Deus e mais perfeitos que os homens.

ISO 26782 PDF

Apostila de Angeologia e Demonologia

.

FREE SWEBOK PDF

Cerca Libro

.

Related Articles