CONTOS DA MONTANHA MIGUEL TORGA PDF

Destacou-se tambйm como contista, ensaнsta, romancista e dramaturgo, deixando mais de 50 obras publicadas. Foi porteiro, moзo de recados, regava o jardim, limpava a escadaria etc. Em foi mandado para o seminбrio de Lamego, onde estudou Portuguкs, Geografia e Histуria, Latim e os textos sagrados. Depois de um ano decidiu que nгo queria ser padre. Em , Miguel foi para o Brasil para trabalhar na fazenda de cafй, de um tio, em Minas Gerais. Apуs quatro anos foi matriculado no Ginбsio, em Leopoldina.

Author:Teran Kazikus
Country:Georgia
Language:English (Spanish)
Genre:Politics
Published (Last):6 June 2009
Pages:130
PDF File Size:10.63 Mb
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ISBN:991-9-32080-547-7
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Por isso emudeceu e afastou-se devagar como se fugisse de um inimigo. Olhou fixamente a filha. Voluntariosa, Celestina sempre lhe metera medo. Mas agora temia-a doutra maneira. O clamor cada vez mais vivo da alma injustamente magoada mandava-a recuar ao primeiro sinal de perigo. Cheia de vida, cada vez mais loira e mais formosa, a rapariga parecia um sol imerecido a iluminar a terra.

Os olhos de uma fulguraram de alegria; os da outra nublaram-se de tristeza. O dia morreu assim azedo e os que vieram a seguir foram ainda mais amargos. Foi em Setembro e passavam ranchos de vindimadores para a ribeira. Que fazia ela no mundo? A velha Joana sorriu com brandura. Depois, humildemente, disse: - Distingo. Uma onda de tristeza, que lhe embaciou a imagem da namorada, atravessou os olhos febris do rapaz.

O som a entrar no quarto abafado e ele a inquirir, inquieto: - Quem foi? E a Felisberta, docemente, ia matando os velhos e as velhas da freguesia, para deixar ao doente, intactas, as fontes da alegria. E o prior, rogado e convencido, mandou calar o bronze.

Cada aldeia enterrava singularmente os seus mortos.

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A autenticidade dos contos de Miguel Torga

Apresentando um Portugal agrбrio, em imagens reais, dramбticas e ao mesmo tempo lнricas, os contos de Miguel Torga revelam a dura humanidade de um povo. Nesta obra, como na maioria da escrita da sua autoria, o autor ficcionaliza, num registro muito peculiar marcado pelo recurso a um tom coloquial, a uma significativa adjetivaзгo e a diversas metбforas muito expressivas uma realidade а qual se encontra umbilicalmente ligado, imprimindo а aзгo e аs personagens que habitam a histуria um carбter profundamente humano, dramбtico e, de certo modo atй, agфnico ou desesperado. Por isso, arrastava-se atй Pedralva e caзava de espera. Caнam rolas no cedo, uma lebre ou outra pelo ano adiante, e coelhos quase sempre. No defeso, fornecia a casa e a barriga sem fundo do compadre Frederico; no tempo da permissгo, vendia-lhe a Joana Benta as caveзas na Vila.

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Contos da Montanha

In his preface he tells us we will meet the "dismally weathered sadness contained among these cliffs" and warns us of "so much dirt and misery. If you persist, you will encounter twenty-two short tales; an average of six pages each. In one tale, a man discovers he is a leper and is banished from his village; in another a thief robs a church and discovers the priest did his dirty work before him; a woman is killed by the work of a voodoo doll. Like the landscape they are set in, these are harsh, sparse stories. And, just as there is a beauty in that un-giving and unforgiving landscape, there is a simple, elemental beauty in these stories.

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Contos da Montanha

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