GRITAR LOBO PATRICIA BRIGGS PDF

Depois de sobreviver a um brutal ataque, Anna descobre que se transformou em uma mulher lobo. Em todos os sentidos. Walter tinha visto nevar em agosto. Podia deixar que o menino partisse.

Author:Daishura Volkree
Country:Andorra
Language:English (Spanish)
Genre:Finance
Published (Last):8 May 2009
Pages:376
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ISBN:384-7-84020-844-9
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Depois de sobreviver a um brutal ataque, Anna descobre que se transformou em uma mulher lobo. Em todos os sentidos. Walter tinha visto nevar em agosto.

Podia deixar que o menino partisse. A tormenta chegaria e lhe arrancaria a vida; aquela era a lei da montanha, da natureza selvagem.

Uma morte limpa. Entretanto, aquele menino era muito jovem. Mas tudo em seu interior se rebelava ante aquela ideia. Muito perigoso. Seria muito pior se tentasse alertar ao menino e acabasse matando-o. Era como ver June Cleaver[1] passando mal. Triste, muito triste. Aquele maldito menino estava despertando todo tipo de sentimentos que Walter preferia manter ocultos. O espesso arbusto que os separava sozinho lhe permitia ver a parte superior de sua mochila. Portanto, fosse o que fosse o que lhe tinha feito deter-se, era mais baixo que ele.

No rosto daquela besta espreitavam todos os pesadelos que atormentavam sua vida. Mas ao levar o primeiro talho, deixou-a aleijada e aquilo decidiu o combate. Manteve ocupa da a besta e a deixou muito ferida. Walter tinha visto morrer a muitos homens, e soube pelo aroma de intestino perfurado que tinha chegado sua hora.

Entretanto, o jovem estava a salvo. Ele estava acostumado ao frio sob seu corpo quente e suarento, e se sentiu aliviado. Fechou os olhos e esperou pacientemente a morte, sua velha inimiga, que o reclamasse finalmente.

Somente tinha estado com ele um dia e meio, mas naquele tempo tinha trocado todo seu mundo Tampouco era jovem. Sabia que Charles tinha quase duzentos anos, e isso significava que seu pai era ainda mais velho. Ou inclusive mais. Partia para Montana. Seus desolados olhos a percorreram de cima abaixo. Afinal, estava mais assustada com eles d o que com o Marrok. Pareciam controlados E esgotados. Todos sabiam. Recordou a si mesma que Leo precisava matar; tinha matado a muitos e autorizado a morte de outros tantos.

Em que estariam pensando? Estariam recordando o que algum deles lhe tinha feito? Respira, repreendeu-se a si mesma. Anna sabia que era seu medo o que estava esporeando ao lobo. A Alcateia que Anna estava abandonando. Sua companheira era cara de manter. Conseguiremos algo com a venda das joias da Isabella, mas nem perto do que Leo pagou por elas. Anna podia olhar ao Bran, assim observou seus olhos enquanto estes avaliavam aos lobos que havia trazido Boyd como um general reconhecendo a suas tropas.

Seu olhar se deteve em Thomas. Bastante parecido ao que ela tinha posto, salvo que seu buraco estava no joelho esquerdo em lugar de no direito. Deu-lhes as costas sem baixar os olhos; ao ser companheira de Charles, em teoria, superava-lhes.

Bran esperou a seu lado enquanto Anna abria a porta. Afastou-se para deixar que Bran entrasse primeiro, mostrando aos outros que, ao menos ele, tinha seu respeito.

Bran se deteve na soleira e estudou o apartamento com o cenho franzido. Era a primeira vez que estava ali. Olhou a Anna, aproximou-se da geladeira e a abriu: estava completamente vazia.

Olhou a seu novo Alfa com um olhar de desculpa. Embora tampouco tinha protestado. Boyd assentiu. Foi uma estupidez. Soube inclusive antes de que George lhe desse o murro. Anna se agachou e o esquivou. A Leo custou bastante tempo descobri-lo. Olhava-a como um pirralho que se acreditava mais preparado que ela. O hematoma desapareceria no dia seguinte, mas no momento era doloroso. Anna assentiu. Bran sorriu lentamente e Anna reconheceu ao Charles naquele sorriso.

O sorriso de Bran desapareceu de seu rosto e todos olharam a Anna. Marrok os atemorizava a todos. Era como ver o presidente cortando a grama ou tirando o lixo na Casa Branca. Boyd se aproximou dela e lhe entregou o cheque que tinha deixado na porta da geladeira. Leo nos proibiu isso. Fazia muito tempo que lhe conhecia, e jamais permitiu este tipo de abuso. Agora compreendo que o consumiu Embora Justin parecia desfrutar com isso.

De modo que lhes devo aos dois minhas desculpas mais sinceras e meu agradecimento. Justin tinha desfrutado muito atormentando ao Thomas. Haviam trazido caixas, fita adesiva e material de embalagem mais que suficiente para empacotar todos seus pertences. Parecia aterrorizado. O que ocorre?

Ao que parece as coisas tinham mudado. Anna agarrou a caixa e encontrou ao Bran na porta do banheiro. Tem tudo o que necessita? Bran olhou seu redor e seus olhos pousaram em Boyd.

Se assegure de que tudo esteja recolhido e o apartamento limpo quando for. E desde que era uma mulher lobo, tinha aprendido a acreditar na magia. Nem sequer estou seguro de que pudesse praticar a magia Natural e sobrenatural. O papel de parede do interior da sala estava pendurado feito farrapos como se tratasse de uma cortina, impedindo a Anna de observar o interior. Anna percebeu seu medo. Sabiam o que havia naquele quarto; ao menos um deles tinha visto como Charles matou a Leo apesar de ter recebido duas balas de prata.

O lobo lhe respondeu com um rugido, um uivo rouco que embotou os ouvidos de Anna e que continha pouco mais que uma ira cega. Teriam estado mais seguros se lhe tivessem deixado sair Minhas desculpas por lhes haver deixado sozinhos com ele. Embora sua voz parecia suave, era uma ordem. Os rugidos se detiveram instantaneamente. E a deixaram sozinha. Devia estar louca porque imediatamente se sentiu mais segura do que o tinha estado em todo o dia.

E precisava pegar um pouco de roupa antes de ir para Montana. Charles golpeou a porta. Anna duvidou um instante, mas tinha deixado de rugir. Com um encolhimento de ombros mental, abriu o ferrolho e abriu a porta. Charles era maior do que recordava Emanava-lhe sangue da ferida na pata traseira esquerda, e esta lhe escorregava por sua garra. Os dois buracos das costelas gotejavam profusamente. Charles tinha arrancado grande parte de gesso das quatro paredes e do teto.

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